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Brasil deve ter Crescimento de 30% nas Vendas Online

quarta-feira, 17 de março de 2010

Depois de registrar R$ 10,6 bilhões em vendas em 2009, representando uma expansão de 30% em relação a 2008, o e-commerce brasileiro promete crescer ainda mais em 2010, segundo a empresa de pesquisa de mercado e-bit.

As estimativas indicam que o faturamento do comércio eletrônico no Brasil deve atingir R$ 13,6 bilhões este ano. O crescimento se deve à maior confiança dos consumidores na tecnologia, em grande parte devido à evolução de sistemas de pagamentos online, como o MoIP, que oferecem mais segurança e facilidade nas transações.

A melhor notícia é que o comércio eletrônico possui ainda um grande potencial de crescimento. Em 2009, foram 17,6 milhões de pessoas utilizando o meio para realizar suas compras, o que representa 26% do total de internautas no país. “Em 2010, esse número deve crescer ainda mais e alcançar os 23 milhões”, afirma em comunicado à imprensa o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti.

O Natal de 2009 foi período mais lucrativo para o setor, com vendas de R$1,63 bilhão, seguido pelo Dia das Crianças, que, pela primeira vez, ultrapassou o Dia das Mães em faturamento, com R$ 450 milhões contra R$ 440 milhões.


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Crescem as vendas de roupas pela Internet

quarta-feira, 17 de março de 2010

A compra de roupas pela internet está se tornando um hábito cada vez mais frequente para os brasileiros. Isso está ligado à evolução do e-commerce e ao investimento dos grandes varejistas no mundo online. Entre 2008 e 2009 o segmento de moda e acessórios registrou um crescimento de 108% no número de pedidos feitos em e-commerces. Se levarmos em conta o faturamento, a alta foi de 115%, segundo a e-bit.

Em comparação com os números dos Estados Unidos, o Brasil ainda tem muito a evoluir nas vendas de roupas pela internet. Lá, o costume de comprar por catálogos contribuiu para que consumidor aderisse rapidamente aos e-commerce.O desafio do  e-commerce de vestuário no Brasil é convencer as pessoas do conforto e da praticidade oferecidos pela Internet, fazendo com que abram mão da experiência de compra na loja física.

Falta de Padronização das Roupas

Um ponto a ser alinhado no mercado de moda brasileiro é a falta de padrão no tamanho das peças. “A grande maioria das empresas não tem padronização. Isso faz com que as pessoas não tenham a segurança de que ao comprar uma roupa, ela realmente irá servir. Mas a indústria está se movimentando para mudar isso, visando o mercado internacional. E, uma vez que os produtos sejam padronizados, o comércio eletrônico vem de carona”, explica Pedro Guasti, diretor geral da e-bit.

Pensando nisso, a Associação Brasileira de Normas e Técnicas (ABNT) está definindo novas normas de medidas. A ação, em parceria com a Associação Brasileira do Vestuário (Abravest) começou com a padronização de meias. Desde julho de 2009 foi colocado em consulta pública o projeto de norma infantil e, nos próximos meses, serão analisados tanto o vestuário masculino quanto o feminino.

Vantagens do E-commerce

Grandes varejistas que entraram no mundo online perceberam que o valor gasto por um cliente em uma compra é maior no e-commerce que na loja física. “No e-commerce, o internauta tem mais tempo para ver as vitrines virtuais e os detalhes das roupas. A loja virtual também oferece mais variedade do que a física, por uma questão de estoque”, aponta Yan Gracindo, Diretor de Novos Negócios do Cantão e da Redley.

Outra justificativa para o aumento do tíquete médio é o fato de que os consumidores costumam comprar várias peças de uma vez só para pagarem apenas um frete ou, até mesmo, ficarem isentos da taxa.

A maioria dos compradores é composta por mulheres jovens, especialmente adolescentes, em busca do chamado fast fashion, uma moda rápida que não demanda grande investimento. “Os consumidores já têm vontade de comprar moda pela internet, especialmente a geração mais nova, que acessa sites internacionais e monitora o que as marcas estão lançando. Procuram produtos mais baratos e, se não der certo, vendem para a amiga”, afirma Alessandra Marins, consultora e sócia do Instituto Rio Moda.

Fonte: Mundo do Marketing / Blog do e-commerce


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Classe D Surge como Grande Mercado para 2010

terça-feira, 16 de março de 2010

Com R$ 381 bilhões para gastar, a classe D é a grande promessa de mercado consumidor para 2010. A expectativa é de que o volume total de renda da classe D ultrapasse a da classe B ainda este ano, ficando atrás apenas da classe C, que deve gastar R$ 427,6 bilhões em 2010.

Renato Meirelles, sócio-diretor da Data Popular, instituto de pesquisa pioneiro no estudo do mercado de baixa renda no Brasil, afirma que esta parcela da população será responsável por 33% das aquisições de computadores, 24% das compras de automóveis, 40% das geladeiras, mesma porcentagem de motos e quase 17% das viagens de avião.

O segredo para vender está em desvendar as diferenças e características desta classe, que muitas vezes se assemelham às da classe C. Encontrar a forma ideal para se comunicar com este consumidor pode ser o caminho para o sucesso das marcas que toparem o desafio.

Não há como negar o crescimento da penetração da internet neste grupo. “O consumidor da classe D ainda está receoso para comprar online e o cartão de crédito é algo recente, mas a internet como fonte de pesquisa de preço já é um fato”, acredita Meirelles.

Igor Senra, diretor do MoIP,acredita que o e-commerce pode crescer exatamente nesse nicho, de pessoas que usam a internet como fonte de pesquisa antes de comprar um produto. A estratégia deve ser conquistar a confiança da classe D e mostrar as vantagens das compras pela internet. Ferramentas de pagamento online, como o MoIP, podem ajudar os e-commerces na conquista da confiança dessa classe, por garantirem a segurança nas transações e a facilidade no pagamento.


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Comércio Eletrônico Brasileiro Fatura R$ 10,6 bilhões em 2009

terça-feira, 16 de março de 2010

O e-commerce no Brasil faturou 10,6 bilhões de reais em 2009, o que representou um crescimento de 30% em relação a 2008 de acordo com uma pesquisa realizada pela consultoria e-bit. Em uma outra pesquisa, a e-bit previa um lucro de R$ 10 bilhões, menor do que o resultado real.

Ainda segundo a e-bit, 17,6 milhões de pessoas, no Brasil, fizeram compras pela internet em 2009. O número inclui todos os usuários que já compraram online, desde o início da medição, em 2001.

Em 2010, a estimativa da e-bit é de que o e-commerce atinja um faturamento de R$ 13,6 bilhões, representando um crescimento de 28,3% em relação ao ano passado.


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Palestra do Igor Senra no DigiTalks

quarta-feira, 10 de março de 2010

Ontem Igor Senra, diretor geral do MoIP, participou do segundo DigiTalks. A sua palestra foi sobre e-commerce e as tendências para o crescimento desse mercado.

No início da palestra, Igor apontou dados que mostravam um crescimento do e-commerce, e dados que mostram que esse mercado ainda pode crescer muito, principalmente na disputa por consumidor em relação as lojas físicas. Cerca de 16,5 milhões de pessoas já compraram online mas o que mais impressiona, segundo o diretor do MoIP, é que 15% dos consumidores consultam a internet antes de fazer uma compra em loja física. Para Igor esse 15% é o mercado que deve ser conquistado pelos e-commerce.

Um fator importante, apontado por Igor, se refere a falta de confiança do consumidor nas lojas online. Oferecer segurança  e apresentar atrativos para a compra online é importantíssimo para a conquista do consumidor.

Taxa de Conversão

Outro ponto abordado foi a taxa de conversão. A Taxa de Conversão é o número de vendas que um e-commerce faz, comparada com o número de visitas que possui. De nada adianta ter uma taxa de visitas muito grande, se o número de conversão for muito pequeno. Se isso ocorre, é porque algo no site está espantando o consumidor.

Para aumentar a Taxa de Conversão é bom disponibilizar um telefone da empresa para contato. Sites que fazem isso têm uma Taxa de Conversão 12% maior, pois assim o consumidor se sente mais próximo da empresa.

Facilitar a venda no site também é importante. Diminuir o número de cliques é essencial, deve-se retirar todos os cliques desnecessários. Igor usa como exemplo um e-commerce que oferecia frete grátis e pedia para selecionar essa opção. Pedir para o cliente selecionar isso é desnecessário, já que nenhum cliente pedirá para pagar o frete.

Outra forma de facilitar a venda é manter um site ágil e acessível. Os donos de e-commerce devem pensar que não são todos os clientes que possuem uma internet rápida. Sites pesados vão demorar mais para carregar no navegador dos clientes, espantando-os. Uma pesquisa afirmou que cada segundo de demora no carregamento da página representa 5% de perda em conversão no e-commerce.

Oferecer vários meios de pagamentos, é sempre bom. Deve-se sempre pensar em todas as opções que os clientes irão escolher para pagar. Uma empresa de solução de pagamentos como o MoIP, é a melhor forma de se fazer isso, pois disponibiliza todos os meios de pagamento em uma única integração.

Próximos Eventos

O DigiTalks foi um evento patrocinado pelo MoIP, a sua próxima edição acontece em Florianópolis, no dia 13 de abril.

Outro evento patrocinado pelo MoIP é o Workshop Magento, que ocorre no dia 12 e 13 de março, acompanhe mais no blog do MoIP.


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